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O que é o teste de caixa branca?

Isto implica compreender o que cada uma das funções faz e quais são módulos de prateleira em comparação com o código personalizado para algumas das outras características. O papel do testador, nesse cenário, pode ser revisar os casos de teste elaborados pelos desenvolvedores, oferecendo feedback sobre sua eficácia, clareza e cobertura. Isso ajuda a identificar lacunas nos testes e garante uma cobertura abrangente, compartilhando conhecimentos sobre as melhores abordagens de teste, técnicas de design de casos e estratégias para ampliar a cobertura dos testes. Assim, abordaremos nesse artigo as melhores práticas para utilização das técnicas de teste de caixa branca e caixa preta. Os testes estruturais, ou testes de caixa-branca, se concentram nos detalhes processuais do software e na análise do código fonte.

  • Muitas empresas utilizam o teste da caixa cinzenta para testar as bases de dados, uma vez que é possível seguir os dados através de cada sub-função no software.
  • Embora um testador não tenha acesso total ao código-fonte do aplicativo, ele possui conhecimento e documentação suficientes para compreender as funções principais do aplicativo.
  • Seu objetivo é verificar os fluxos de execução dentro de funções, classes, módulos, entre outros, bem como pode ser aplicado para validar os fluxos entre as unidades durante a integração e/ou entre subsistemas.
  • O teste de caixa-branca é aplicável nas fases de unidade (unitário), integração, regressão e sistema do processo de teste, e geralmente usado na fase de unidade.

O teste de caixa-branca é aplicável nas fases de unidade (unitário), integração, regressão e sistema do processo de teste, e geralmente usado na fase de unidade. Estratégias usadas no teste de caixa-branca incluem o teste de fluxo de controle, teste de fluxo de dados e ramificação da execução, além da análise estática. A forma que a técnica de teste de caixa branca é aplicada torna se totalmente diferente da abordagem da técnica testes de caixa branca de caixa preta. Nos testes de programação, a caixa branca é uma forma valiosa de lidar com a recriação dos exercícios de um cliente que tem informações completas sobre as tarefas internas da estrutura de objetivos. Ele permite que o analisador tenha uma admissão abrangente a cada uma das sutilezas internas do aplicativo. Isso capacita o analisador a reconhecer qualquer número de ressalvas primárias, conforme seria prudente.

Métricas de teste da caixa cinzenta comum

No entanto, o teste da caixa cinza requer um gerenciamento de projeto eficiente para manter a qualidade das operações. O teste baseado em código é basicamente aludido como “caixa branca” como resultado da metodologia transparente que recebe. Essa metodologia transparente exibe a capacidade de ver através dos emaranhados do shell externo do programa https://tripleten.com.br/ e profundamente nas funções internas do produto. É uma estratégia exaustiva planejada de tal forma que a experiência solitária do cliente final pode ser experimentada. Assim, este procedimento é igualmente referido como teste de caixa aberta, teste de caixa clara, teste baseado em código, teste de caixa simples e teste de caixa de vidro.

Os sistemas automatizados são concebidos para testar incrivelmente rápido, passando por uma série de processos o mais rápido possível. Este benefício torna-se ainda mais proeminente quando se completam testes de caixa cinzenta repetida, uma vez que cada corrida individual leva menos tempo. Ao concentrar-se nestes benefícios e tirar o máximo partido deles, uma empresa pode aumentar a eficácia dos seus testes da caixa cinzenta e resolver o maior número possível de problemas nesta fase do fluxo de trabalho.

Caixa cinzenta Vs Caixa branca vs. Caixa preta Teste

No entanto, haverá sempre um lugar para testes manuais graças ao maior nível de percepção, detalhe e flexibilidade que oferece às empresas. Isto refere-se ao tempo necessário para a transição para uma nova plataforma de testes, incluindo a instalação da plataforma, ensinando os utilizadores a interagir com ela, e a codificação dos primeiros testes do software. Ter métricas mais precisas significa que pode acompanhar pequenos turnos na forma como uma aplicação funciona, ajudando-o a compreender se uma actualização melhorou o desempenho ou levou a que os fluxos de trabalho padrão levassem mais tempo. Isto deve-se a tudo, desde tempos de reacção a simplesmente trabalhar mais lentamente do que a sua velocidade óptima em pontos, o que torna o processo de teste mais lento. Erros como este podem levar a dados incorrectos e fazer com que os programadores concentrem a sua atenção na parte errada do software, ocupando precioso tempo de desenvolvimento e piorando o produto. À medida que uma forma de teste se torna mais “negra”, o teste é cada vez mais opaco, sendo limitado o acesso à informação por detrás do software.

testes de caixa branca

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